Há tempos atrás eu já não sabia mais o que era amar. A vida me mostrava contos de fadas e histórias onde tudo dava certo no final entre o mocinho e a mocinha. Amigos que se casavam ou namoros eternos. A vida provava por a + b que o amor sempre ganha no final. O engraçado é que a vida nunca me ensinou como chegar lá. Ensinou-me a desacreditar em tudo. Que existia amor verdadeiro, único e até mesmo entre um só homem e uma só mulher. Tinha perdido a estrada dos tijolinhos amarelos para continuar uma vida sã e boa, no quesito romance. A ultima lagrima já tinha caído há algum tempo e o coração duro e triste, já não batia mais para esse tipo de vida, o romance.
Uma vez li que não são as respostas que movimentam a vida, mas sim as perguntas. E eu ingênuo corria sempre atrás das respostas. Platão uma vez disse que “Uma vida não questionada não merece ser vivida”. E no silêncio do meu pranto, eu questionava onde foi que eu perdi todo o meu jeito de ser. Em que esquina eu larguei aquilo que eu mais julgava importante na minha vida, que era ser romântico, feliz, carinhoso e ser eu. Shakespeare dizia que “Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para, para que você o conserte...” Eu por muito tempo quis e pedi para que o mundo parasse. Mas ele não parou então eu tranquei o meu coração e joguei a chave fora.
No meio da tempestade, eu aprendi que na vida existi uma coisa que nos ajuda a ser forte, a enfrentar monstros e ganhar batalhas e para ser vitorioso e forte o silêncio é a alma do negócio. Por isso Deus nos deu uma boca e dois ouvidos. Quem fala menos e observa mais ganha inteligência e sabedoria para saber o que fazer nas situações da vida. Albert Einstein, fala de uma fórmula que venho tentando praticar e me parece que era a chave que faltava para que eu pudesse me reerguer na vida. "Se A é o sucesso, então A é igual a X mais Y mais Z. O trabalho é X; Y é o lazer; e Z é manter a boca fechada”.
Mas no meio de tanta escuridão e tristeza que passei, aprendi a olhar uma luz que brilhava tanto e por tanto tempo na minha vida, que eu não quis perceber. Minha família. Pra muitos, segurança é sentir seguro pode vir em outro aspecto, mas pra mim aprendi que a minha segurança é a minha família. Amor de pai, mãe e irmãos é algo tão magnifico e maravilhoso que eu tive que aprender depois de ter caminhado muito pelo caminho da dor. Não me arrependo de ter andado, mas me arrependo por não ter percebido o quanto eles são especiais antes.
Hoje vivo uma paz dentro de mim que só me tem feito crescer. As verdadeiras amizades cada vez mais fortalecidas, e com isso percebi que não perdi amigos pelo caminho, mas as verdadeiras é que continuaram junto comigo. Aprendi que a minha felicidade não pode estar em cima de algo que eu posso perder, mas nada nessa vida é pra sempre e a única certeza que temos é que vamos morrer. Então arriscar uma felicidade em um amor, em uma família ou em amigos, acredito que é o melhor jeito para se caminhar. Quando tudo é verdadeiro e honesto, no final vai ser a única coisa que iremos levar daqui. Se do pó viemos ao pó voltaremos, então levarei as lembranças de boas pessoas ao meu lado e uma vida bem vivida com quem quer o meu bem.
Uma vez li que não são as respostas que movimentam a vida, mas sim as perguntas. E eu ingênuo corria sempre atrás das respostas. Platão uma vez disse que “Uma vida não questionada não merece ser vivida”. E no silêncio do meu pranto, eu questionava onde foi que eu perdi todo o meu jeito de ser. Em que esquina eu larguei aquilo que eu mais julgava importante na minha vida, que era ser romântico, feliz, carinhoso e ser eu. Shakespeare dizia que “Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para, para que você o conserte...” Eu por muito tempo quis e pedi para que o mundo parasse. Mas ele não parou então eu tranquei o meu coração e joguei a chave fora.
No meio da tempestade, eu aprendi que na vida existi uma coisa que nos ajuda a ser forte, a enfrentar monstros e ganhar batalhas e para ser vitorioso e forte o silêncio é a alma do negócio. Por isso Deus nos deu uma boca e dois ouvidos. Quem fala menos e observa mais ganha inteligência e sabedoria para saber o que fazer nas situações da vida. Albert Einstein, fala de uma fórmula que venho tentando praticar e me parece que era a chave que faltava para que eu pudesse me reerguer na vida. "Se A é o sucesso, então A é igual a X mais Y mais Z. O trabalho é X; Y é o lazer; e Z é manter a boca fechada”.
Mas no meio de tanta escuridão e tristeza que passei, aprendi a olhar uma luz que brilhava tanto e por tanto tempo na minha vida, que eu não quis perceber. Minha família. Pra muitos, segurança é sentir seguro pode vir em outro aspecto, mas pra mim aprendi que a minha segurança é a minha família. Amor de pai, mãe e irmãos é algo tão magnifico e maravilhoso que eu tive que aprender depois de ter caminhado muito pelo caminho da dor. Não me arrependo de ter andado, mas me arrependo por não ter percebido o quanto eles são especiais antes.
Hoje vivo uma paz dentro de mim que só me tem feito crescer. As verdadeiras amizades cada vez mais fortalecidas, e com isso percebi que não perdi amigos pelo caminho, mas as verdadeiras é que continuaram junto comigo. Aprendi que a minha felicidade não pode estar em cima de algo que eu posso perder, mas nada nessa vida é pra sempre e a única certeza que temos é que vamos morrer. Então arriscar uma felicidade em um amor, em uma família ou em amigos, acredito que é o melhor jeito para se caminhar. Quando tudo é verdadeiro e honesto, no final vai ser a única coisa que iremos levar daqui. Se do pó viemos ao pó voltaremos, então levarei as lembranças de boas pessoas ao meu lado e uma vida bem vivida com quem quer o meu bem.
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